“I decided I could be happy on my own

Find a way to get it done when I needed to be strong
Always choosing safely, I was going it alone
And never taking chances just in case I might be wrong.”

  E então ela suspirou. Seu último sentimento havia sido assassinado. Ela o manteve vivo por tanto tempo, ainda que diante da iminente verdade. Ela só não queria encará-la, afinal.  “E agora?”  “E agora a única alternativa restante.”  “Que é…?”  “Sentir queimar.”  “Sentir queimar o quê?”  “A perda, o ressentimento, a falta.”  “Então é só isso? Esconder e esquecer? Não seria mais certo… Você não deveria…?”  “Eu nunca soube fazer o certo. Ou o que deveria. E você?”  A pergunta continuou no ar. Nem sempre conseguimos responder nossas próprias perguntas. Nunca conseguimos agir só com a razão ou só com a emoção. Ela sequer sabia agir.

  E então ela suspirou. Seu último sentimento havia sido assassinado. Ela o manteve vivo por tanto tempo, ainda que diante da iminente verdade. Ela só não queria encará-la, afinal.
  “E agora?”
  “E agora a única alternativa restante.”
  “Que é…?”
  “Sentir queimar.”
  “Sentir queimar o quê?”
  “A perda, o ressentimento, a falta.”
  “Então é só isso? Esconder e esquecer? Não seria mais certo… Você não deveria…?”
  “Eu nunca soube fazer o certo. Ou o que deveria. E você?”
  A pergunta continuou no ar. Nem sempre conseguimos responder nossas próprias perguntas. Nunca conseguimos agir só com a razão ou só com a emoção. Ela sequer sabia agir.

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